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ABPM ANUNCIA NOVA DIRETORIA
09 de abril de 2012

Em Assembleia Geral Ordinária que aconteceu na última terça-feira (03), na sede da entidade (São Paulo, SP), a ABPM – Associação Brasileira de Preservadores de Madeira – realizou eleição que definiu a diretoria para o biênio 2012-2013: presidente, Flávio C. Geraldo (Arch Proteção de Madeiras / Lonza); vice-presidente, Antonio Francischinelli (Icotema Indústria e Comércio de Tratamento de Madeiras Ltda); secretário Dennis Michael Deffense (Tramasul Tratamento de Madeira Ltda); e tesoureiro, Humberto Tufolo Netto  (Montana Química S.A). A coordenação técnica continuará a cargo de Sérgio Matias (IPT). A associação também tem nova assessoria de imprensa: Grande Ideia.

Sobre a ABPM – A associação é o fórum nacional do setor de proteção de madeiras no país, representando o segmento industrial madeireiro junto aos órgãos reguladores e poderes legislativo e executivo. A criação de normas técnicas para disciplinar e consolidar o mercado de madeira tratada em nível nacional é uma das principais responsabilidades da entidade fundada em 1969 que, atualmente, conta com 45 associados entre usinas de preservação de madeira, indústrias químicas e usuários de madeira tratada.

A ABPM estimula a utilização de madeira cultivada, recurso natural renovável de ciclo curto, em especial as madeiras de pinus e eucalipto, em diversos segmentos (rural, elétrico, ferroviário e construção civil), o que, além de diminuir a pressão sobre as matas nativas, contribui para atenuar os danos causados pelas emissões de gases de efeito estufa por intermédio da captação e sequestro de dióxido de carbono da atmosfera.

Contando com o apoio do Instituto Totum, a nova diretoria tem como principal meta para o biênio a adoção de um programa de autorregulamentação do setor, culminando com a concessão de um Selo de Qualificação que indicará ao mercado consumidor de madeiras tratadas os produtores que operam dentro dos rigores da qualidade e legalidade. 

Contribuir com a sustentabilidade é um dever de todos. Mas utilizar madeira cultivada/ tratada vai além disso, já que ela oferece vantagens competitivas tanto em nível tecnológico quanto financeiro.